A editora Alphabetum, o projecto Escolinhas – plataforma colaborativa social para escolas do ensino básico -, a Vitaguiar, EM do municipio de Vila Pouca de Aguiar e a empresa Pinto&Cruz – que pretende assinalar os 75 anos de actividade fazendo-se acompanhar de uma estratégia de Comunicação concertada – integram desde Junho o portfolio de contas de Assessoria Mediática da agência. “De referir que duas contas foram ganhas por adjudicação directa e as restantes em concurso”, avança Ana Sofia Gomes, directora-geral.
A Comunicarte, que está assinalar 10 anos, conta com uma equipa de sete pessoas nas áreas da Comunicação Mediática e Clipping, RP, Comunicação Online e Branding.
Profissionais de RP britânicos lançam campanha para boas práticas no sector
A campanha intitula-se “An Inconvenient PR Truth” e tem como objectivo cortar o “spam” proveniente das agências de RP. A acção parte do director executivo da agência Realwire e conta com o apoio de outros nomes do sector das RP, como o fundador da Borkowsky, Mark Borkowski.
Contudo, de acordo com o site PR Week, a campanha parece não estar a gerar muito entusiasmo junto de várias empresas do sector.
No centro da campanha está uma “Bill of Rights”, que consiste numa lista de exigências dos jornalistas e bloggers, sobre a forma como estes desejam ser abordados pelos profissionais da comunicação (ver lista abaixo).
Profissionais de RP pouco convencidos
A campanha foi lançada no início da semana e, segundo o mesmo artigo da PR Week, parece não estar a convencer ainda vários profissionais de RP das maiores agências do sector. Por exemplo, James Warren, chief digital creative da Webber&Shandwick worldwide, considera que esta “Bill of Rights” já trouxe algo de bom ao sector, que é a discussão da qualidade dos serviços de RP. Contudo, o profissional mostra-se renitente quanto ao próprio documento e diz ter “dúvidas se este é desejável ou aceitável”. Opinião partilhada por outros profissionais de RP de agências como a Hill&Knowlton ou a Fleishman Hillard.
Já o mentor da campanha descarta as críticas e diz-se satisfeito com todo o feedback e discussão que a acção tem gerado.
A controversa “Bill of Rights”
. Os press releases devem ser apenas enviados sob expressa ou implícita autorização dos destinatários.
. Para assegurar um targeting correcto e apurado, o profissional de RP não deve confiar plenamente nas listas de media.
. Depois do envio de um press realease, o destinatário não deve esperar por um telefonema de “follow up” por parte do remetente.
. Os cabeçalhos dos documentos devem ser sucintos e explicativos, para que a decisão de publicação seja tomada rapidamente.
Além das regras, a campanha revela ainda alguns dados sobre “a verdade inconveniente das RP”:
- 78% dos press releases são irrelevantes para os recipientes;
- 55% dos recipientes afirma ter já bloqueado alguns remetentes de informação;
- Por ano são enviados, no Reino Unido e nos EUA, mais de 1,7 mil milhões de press releases irrelevantes;
- 25% dos destinatários de informação preferem os press releases a serem abordados pessoalmente.
Estudo realizado em Portugal também dá “pistas para uma relação entre agências e jornalistas”
Também em Portugal esta matéria foi alvo de estudo, por parte da Cidot, que em Dezembro passado avançou o relatório “Jornalistas e Empresas – Pistas para uma relação necessária”. Realizado a partir de 238 entrevistas, junto de jornalistas dos vários meios, o estudo teve como “objectivo geral analisar as relações profissionais entre empresas e instituições e os Meios de Comunicação” (ver aqui).
In Briefing 04.02.2010
A Comunicarte tem um banner no Carga de Trabalhos.
Até dia 23 serão divulgados os nossos serviços através deste site de emprego na àrea de comunicação.
Ao celebrar 10 anos de existência a Comunicarte renova a sua imagem corporativa com o slogan actualizado “A sua imagem, a nossa palavra há 10 anos”.
Acompanhado por um livro dedicado ao Web 2.0 desenvolvido pelo departamento de Publishing, a Comunicarte tem também uma nova página web, disponível em português e em inglês, e que visa dar “especial relevo ao portfolio dos principais trabalhos desenvolvidos ao longo dos 10 anos”, segundo referido em comunicado.
O livro dedicado ao Web 2.0 vem de encontro a expansão virtual da agência, que aposta agora na presença nas redes sociais mas também no Second Life.
via: briefing
Fotos na praia e numa festa, divulgadas na web, foram suficientes para Nathalie Blanchard perder o direito à sua baixa por depressão. Depois de partilhar as imagens no Facebook , a funcionária da IBM no Canadá, que estava afastada do trabalho há um ano, ficou sem o direito ao dinheiro pago mensalmente pelo seguro de saúde.
Os administradores do seguro encontraram as fotos na rede social e consideraram “ser visível que Nathalie Blanchard já não está deprimida”. Pelo contrário, “parece muito divertida”, diz a seguradora. A mulher alega que foram os médicos a aconselha-la a sair e se divertir para inverter o processo de depressão e já anunciou que vai tentar reaver o direito à baixa.
O perfil da canadiana no Facebook não estava configurado de forma a ficar “privado”, o que levou a que a seguradora conseguisse chegar às suas imagens pessoais.
Via: Expresso
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